sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O nosso video!


Aqui está o produto de muito trabalho, o nosso video de apresentação que foi exibido dia 17 de Dezembro de 2010. 

Esperemos que tenham todos gostado! Os vossos comentários são muito bem vindos, por isso, já sabem! 
Um agradecimento a toda a gente, em especial ao nosso professor João Ramalho e ao 12ºA.
Bom Natal (com muitos nervos no sapatinho :b) e um Feliz ano Novo para todos, são os votos do 3N3RVA-T3.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Quando boceja um português bocejam logo dois ou três!

Os nossos neurónios são vaidosos e gostam de se ver ao espelho

Porque temos tendência a bocejar quando vemos alguém bocejar? Este tipo de “reflexo” tem uma explicação, e não é assim tão complicada. Sabemos hoje que, no nosso cérebro, alguns neurónios disparam, isto é, funcionam, mesmo quando estamos apenas a observar outras pessoas a realizarem determinada actividade. Trata-se de um sistema chamado “espelho”, em que os neurónios funcionam como se fossem um espelho daquilo que vemos, sendo conhecidos como neurónios espelho.

Este fenómeno acontece também quando vemos um jogo de futebol, quando o nosso jogador favorito parte para a bola e remata para golo. Ou quando o nosso actor ou actriz favoritos se debruçam para beijar o parceiro. Certos neurónios no nosso cérebro disparam como se estivessemos nós próprios em acção!
Sabendo isto, coloca-se uma questão óbvia: como é que o sistema espelho adquire as suas propriedades reflexivas? Será que o seu funcionamento está pré-determinado pela evolução ou será que é o produto da experiência?

Num trabalho recente, publicado na revista European Journal of Neuroscience, este tema foi estudado com o auxilio de uma técnica chamada ressonância magnética funcional (fMRI, em Inglês). Neste estudo os participantes foram treinados para flectirem a mão ou o pé ao verem imagens de mãos ou pés flectidos, respectivamente.

Os neurónios respondem de acordo com o treino
    Outro grupo de participantes foi treinado de forma inversa, ou seja, para flectir a mão ao ver uma imagem de um pé flectido, ou flectir o pé ao ver uma imagem de uma mão flectida. Depois do treino, os participantes no estudo foram submetidos a fMRI enquanto observavam as imagens referidas, mantendo-se imóveis.
    O resultado da experiência foi muito claro: o sistema espelho pode ser treinado! O estudo mostrou que os neurónios respondem de acordo com o treino a que os participantes foram sujeitos e também que o sistema espelho pode ser revertido em pouco tempo, com novo treino.

Estes estudos têm importantes implicações nos processos de aprendizagem e aquisição de memórias, sugerindo que alterações no funcionamento do sistema espelho pode estar relacionado com várias patologias, como o autismo ou a esquizofrenia. 

A partir de agora, o leitor irá certamente ficar mais atento ao funcionamento dos seus neurónios espelho, e irá perceber que muito do que fazemos e sentimos sem pensar tem uma explicação simples: os nossos neurónios são vaidosos e gostam de se ver ao espelho!
Por Tiago Fleming Outeiro
  


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Tamanho do cérebro dita muito do insucesso escolar!


O sucesso escolar dos rapazes depende em grande parte… do volume do seu cérebro. 
Já se sabia que quanto maior o cérebro maior a inteligência, porque a capacidade de armazenamento de informação aumenta.
Um estudo conduzido pelo Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra permite agora concluir que o tamanho também influencia os resultados escolares. Dos rapazes, porque as raparigas parecem compensar eventuais desvantagens com mais estudo.
Efectuado com 794 alunos, entre os 10 e os 16 anos, o estudo partiu da ideia de se investigar quais as "razões reais, efectivas, do insucesso escolar no nosso país", explicou ao JN Hamilton Correia, coordenador do trabalho. "E vimos que, afinal, não é exclusivo de Portugal, também existe noutros países desenvolvidos".
O estudo do volume do cérebro partiu do facto de todos as investigações sobre sucesso escolar darem preponderância às capacidades cognitivas - à inteligência, portanto - como factores com maior influência nos resultados nos bancos da escola. A elas juntam-se factores agrupados em ambiente familiar e ambiente escolar. No total, lembra o antropólogo, são 228. Perceber as bases biológicas dessa premissa foi o desafio lançado.

Diferenças
Os autores debruçaram-se sobre as médias de dez disciplinas de alunos da Escola Básica 2/3 Guilherme Stephens, da Marinha Grande, escolhida pelo facto de a maioria dos pais pertencer ao mesmo estrato social. O objectivo, com isto, era tentar controlar a influência das variáveis externas, colocando todos os alunos em condições semelhantes. Daí terem sido seleccionados apenas jovens que nasceram com mais de 2500 gramas, foram amamentados a leite materno, pertencem a famílias biparentais, são dextros e não disléxicos e não têm problemas de visão.
Foi também por isso que se optou por analisar as médias do 1º período, altura em que "não há ainda pressões sobre os professores para passar os alunos", explica Hamilton Correia. O passo seguinte foi medir a estatura e o perímetro cefálico dos jovens. Até se concluir que, sobretudo nos rapazes, os de maior perímetro cefálico eram os de notas mais elevadas.

Baixa na puberdade
No entanto, este estudo revelou outros dados curiosos. Como por exemplo o facto de, apesar de "as pessoas mais altas" terem também "cérebros maiores", o período do "salto pubertário" (entre os 12 e os 13 anos) poder corresponder a uma baixa no rendimento escolar.
Trata-se de uma altura em que certos adolescentes sofrem "um crescimento muito rápido", para o qual é direccionado grande parte da produção de hormonas, sobretudo testosterona, que não é devidamente empregue na maturação do córtex frontal. Um ligeiro atraso logo "recuperado" no ano seguinte, adianta o investigador. Esses anos são também - e pela mesma ordem de razões - os do amadurecimento do cérebro, que permite ao adolescente conseguir começar a interpretar textos e ter raciocínio lógico-matemático. Dependendo da força do "salto pubertário", esse raciocínio chegará, então, mais cedo ou mais tarde.
Mas Hamilton Correia atribui também a baixa nas notas do 5º ao 9º ano de escolaridade a dois factores bem mais simples "os professores tornam-se mais exigentes ou os currículos estão desajustados à maturidade cerebral das crianças do nosso país". Porque "o volume cerebral não explica todo o insucesso escolar". Os autores encontraram casos de alunos que passam dos cincos nas cadernetas do segundo ciclo para os três, ou mesmo as negativas, nas do terceiro.
Nem só a capacidade de concentração e o estudo são determinantes para o aproveitamento escolar.


retirado de : http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=496056

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O segredo do ping-pong

Dr. Oz revela o segredo por trás de ping-pong: ele pode realmente ajudar a prevenir a doença de Alzheimer. O jogo requer coordenação mão-olho, rápida tomada de decisão e os movimentos oculares rápidos do jogo requer o cérebro para fazer uma análise rápida e intensamente. Prever onde a bola vai cair demanda de energia mental e recálculo constante.
Ping-pong melhora a função cognitiva e motora - e também é muito divertido!


 vejam o video:  http://www.doctoroz.com/videos/secret-ping-pong
3N3RVA-T3

sábado, 27 de novembro de 2010

Visitem o nosso site!

Pessoal, o nosso site, acabadinho de sair do forno (neste caso, do cérebro :b)

http://www.wix.com/enerva_te/eso

:)

Rede de Alimentação




  O cérebro é alimentado por uma das redes de vasos sanguíneos mais ricas do corpo.
  A cada batimento cardíaco, as artérias transportam de 20 a 25 por cento do seu sangue para o cérebro, onde bilhões de células utilizam cerca de 20 por cento do oxigénio e dos nutrientes que o sangue transporta.
  Quando está a pensar muito sobre algo, o seu cérebro pode usar até 50 por cento do oxigénio e nutrientes.
  Toda a rede de vasos inclui veias e vasos capilares, além das artérias.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Porque é que o álcool causa a ressaca?

Após uma sequência de copos de cerveja é normal que no dia seguinte se sofra com a famosa “ressaca” – nome dado à indisposição sentida por quem abusou  da bebida alcoólica. Não se preocupe esses sintomas são perfeitamente explicáveis à luz da ciência. Entenda os sintomas causados pelo álcool no nosso organismo e veja como prevenir alguns:
Desidratação
É comum quem bebe ir regularmente a casa de banho, isto porque o álcool tem função diurética, já que inibe a produção de ADH (hormona antidiurética), responsável pela absorção de água nos túbulos renais e controle dos níveis de água no corpo.
Dores e Aumento da Pressão
A perda de água do corpo pela inibição de ADH, faz com que o sangue fique mais denso e flua com menos liberdade pelos vasos sanguíneos levando consequentemente ao aumento da pressão e gerando dores pelo corpo.
Vómitos
O álcool gera a produção exagerada de suco gástrico que começa a irritar a parede do estômago e gera movimentos involuntários levando ao vómito.
Cansaço e Indisposição
As toxinas produzidas pelo álcool, em especial o acetaldeído, – resultado da degradação realizada pela enzima aldeído desidrogenase (ADH)- podem ser levadas até a corrente sanguínea. A produção excessiva de piruvato (intermediário da degradação do álcool) no organismo pode levar a produção de ácido láctico que impossibilita a formação de glicose no corpo (pela gliconeogênese) levando a um quadro de hipoglicemia (falta de açúcar no sangue). No entanto, é  interessante notar que quanto maiores os níveis de ADH, maior será a resistência da pessoa ao álcool.
Desequilíbrio
Uma das principais regiões afectadas pela falta de açúcar no corpo durante a bebedeira é o cerebelo, que é responsável pelo nosso equilíbrio e controlo motor. Daí vem a famosa expressão “beber até cair”.
Prevenção
Como todos sabemos é melhor prevenir que remediar. Se insiste mesmo em beber a recomendação é ingerir a bebida alcoólica juntamente com comida e/ou  água, pois assim, estará diminuindo a absorção de álcool no corpo. Energéticos são bem-vindos. Evite beber café e chás que são diuréticos devido a presença de cafeína, sendo assim, so irão piorar o quadro de desidratação do corpo. Durante a ressaca ingira frutas que são ricas em vitaminas e irão ajudar a repor os nutrientes perdidos.

Funções de cada região do cérebro e outras estruturas

domingo, 14 de novembro de 2010

O cérebro de um adulto muda tanto como o de uma criança, quando aprende a ler

Quando se aprende a ler, o nosso cérebro, muda para sempre, conquistando territórios que eram utilizados para processar outros estímulos - para reconhecer faces, por exemplo - e estendendo a sua influência a áreas relacionadas, como o córtex auditivo, para criar a sua própria fortaleza: uma nova zona especializada, a Área da Forma Visual das Palavras. Isto acontece sempre, quer se tenha aprendido a ler aos seis anos ou já na idade adulta.

Esta é uma das conclusões de um estudo internacional publicado na edição online da revista Science, em que participaram cientistas portugueses - e voluntários portugueses também, pessoas que aprenderam a ler já tarde na vida.

"Este é o primeiro trabalho que compara o cérebro de pessoas letradas e analfabetas, mas também de ex-iletradas (que aprenderam a ler em adultos)", explica José Morais, professor jubilado de Psicologia da Universidade Livre de Bruxelas e um dos autores do artigo.

Reciclagem neuronal
"Comparando o cérebro destas pessoas podemos ver o impacto da aprendizagem deste código no nosso cérebro", adianta Paulo Ventura, professor da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa. "Trabalhámos sobre a hipótese da reciclagem neuronal, defendida pelo chefe da equipa, Stanislas Dehaene [do INSERM-Instituto Nacional da Saúde e da Investigação Médica francês]. A ideia é que, sendo a escrita algo relativamente recente na história humana, com cerca de 6000 anos, não houve tempo suficiente para que se desenvolvessem estruturas físicas no cérebro" com ela relacionadas, explica.

Na falta de ordens evolutivas codificadas no nosso ADN, o que acontece é que o cérebro de cada pessoa que aprende a ler se modifica para acomodar as novas capacidades, porque tem uma grande capacidade plástica. E a leitura recruta uma área cortical semelhante em todas as culturas humanas. Os cientistas estavam também interessados em perceber quais as funções desalojadas, digamos assim, pela nova área cerebral que é criada quando se aprende a ler, para além de compreenderem como passa a funcionar o cérebro leitor.

Dez analfabetos brasileiros, da região em torno de Brasília (com a idade média de 53,3 anos, e originários de meios rurais), 22 pessoas que aprenderam a ler em adultos (12 deles portugueses, alguns recrutados na zona de Paris) e 31 letrados (11 portugueses) foram os participantes.

"Foi difícil encontrar iletrados portugueses, quando começámos o estudo, há três anos, acabaram os cursos de alfabetização para adultos, que era onde podíamos mais facilmente encontrar estas pessoas, quando se inscreviam", diz José Morais. "Em Portugal, felizmente, é cada vez mais difícil encontrar analfabetos."

Os cérebros dos voluntários recrutados foram analisados - observados em acção - quando resolviam uma série de testes. Para isso, foi usada a ressonância magnética funcional, um exame de imagiologia que permite medir os níveis de actividade nas diferentes zonas do cérebro num determinado momento.
E o que descobriram então os cientistas sobre o que acontece ao cérebro de quem aprende a ler?

Nunca é tarde
Antes de mais, que nunca é tarde para aprender: "O cérebro dos ex-analfabetos só em poucas coisas difere do dos alfabetizados, está muito mais próximo destes", diz José Morais, ainda que as suas condições socioeconómicas se possam assemelhar mais à dos iletrados. "Ensinar alguém a ler na idade adulta tem os mesmos efeitos do que ensinar uma criança. É uma boa notícia, não há razão para desistir dos iletrados", sublinha. As diferenças entre o cérebro leitor e aquele dos que nunca aprenderam a ler é que são todo um rol. Por exemplo, no cérebro de quem lê, os exames de ressonância magnética revelam um aumento de actividade no córtex auditivo, quando vê uma palavra escrita. É activado quando temos de decidir se estamos perante uma palavra a sério ou um conjunto de letras sem nexo, ilustra José Morais.

"Poder-se-ia pensar que no córtex auditivo há uma extensão das áreas ligadas ao visual", diz o cientista ao telefone, a partir de Bruxelas. "É uma área envolvida no tratamento de fonemas, que são as unidades mais pequenas da fala. Curiosamente, os iletrados são incapazes de manipular as unidades fonéticas", contribui Paulo Ventura.

Finalmente, há o curioso roubar de terreno à área cerebral que processa o reconhecimento de rostos pela Área da Forma Visual das Palavras, que ganha terreno no córtex, quando se aprende a ler. "Há menos área dedicada a esta função anterior nos alfabetizados. A nova área rouba um bocadinho à antiga para lidar com a leitura. É como se os iletrados fossem melhores, entre aspas, a reconhecer os rostos, mas obviamente as diferenças são minúsculas", diz Paulo Ventura. O interessante disto, nota, é que "comprova a teoria da reciclagem neuronal".

(retirado e adaptado de: http://www.publico.pt/Ciências/o-cerebro-de-um-adulto-muda-tanto-como-o-de-uma-crianca-quando-aprende-a-ler_1465736?p=1)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Logótipo


  O fundo deste logótipo é o preto. O preto remete-nos para o desconhecido, para o misterioso. Tal como o nosso trabalho, que irá explorar o cérebro, que é um órgão misterioso, com capacidades incríveis e que nos transporta para sítios tão diferentes consoante cada um de nós.

  A imagem que brilha representa uma ideia. Para nós é apenas uma pois a cada segundo temos tantas ideias. Todas as ramificações representam todos os caminhos pelos quais iremos explorar ao longo do ano para que no final fiquemos orgulhosos de nós próprios, pode também fazer-se analogia a vários neurónios.




sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Cérebro da mulher aumenta durante ovulação :o


Pesquisa mostra que mulher consegue reconhecer melhores parceiros sexuais durante ciclos mensais

O tamanho do cérebro da mulher muda durante o ciclo menstrual, com algumas áreas crescendo até 2% no período de ovulação. Pelo menos é o que diz a pesquisa realizada por Belinda Pletzer e sua equipa na Universidade de Salzburg, Áustria.

A pesquisadora analisou imagens de ressonância magnética dos cérebros de mulheres durante o ciclo mensal. Em mulheres que não estavam sob efeito de algum anti-concepcional, o grupo de cientistas descobriu um aumento no volume da massa cinzenta nos giros para-hipocampal direito e fusiformes, áreas do cérebro envolvidas na localização espacial e reconhecimento facial.

"Isso aumenta a habilidade das mulheres em identificar pessoas e ambientes", afirma Pletzer, concluindo que isso pode ajudá-las a localizar melhores parceiros para reprodução.

No entanto, o estudo mostra que o efeito dura pouco tempo. Depois do período de ovulação, níveis crescentes de progesterona fazem com que as regiões do cérebro voltem ao tamanho normal.

Outra descoberta indica que as mulheres sob efeito de anti-concepcionais possuem maior hipocampo e cerebelo, áreas do cérebro associadas à memória e movimento. "A pílula pode potencializar comportamentos típicos do sexo feminino como uma competência linguística e memória superiores", diz Pletzer.

(retirado de: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/cerebro-da-mulher-aumenta-durante-ovulacao )

Só mais uma curiosidade :b

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Noticia do Diario De Noticias "Paixão acende o cérebro em menos de um segundo"

Pelo menos doze zonas do cérebro estão envolvidas em rede nesta emoção complexa.


É o tempo de uma faísca, menos de um segundo. É quanto basta para se atear em alguém apaixonado o estado emocional que lhe corresponde, à vista do parceiro amado. E esse estado activa várias zonas cerebrais envolvidas em processos e funções tão diferentes como a libertação de alguns químicos, a imagem do corpo ou a memória. Entre elas estão, por exemplo, o núcleo caudado e o putâmen, localizados no interior do cérebro, que têm uma particularidade: também são activados por substâncias como a cocaína, induzindo a euforia que acompanha o seu consumo.

Para chegar a estas conclusões, a equipa passou em revista todos os estudos feitos nesta área que recorreram à imagiologia cerebral in vivo, utilizando a ressonância magnética funcional para visualizar as áreas cerebrais activadas numa dada situação.

Ao todo são 12 as áreas cerebrais convocadas para o estado emocional do amor-paixão, segundo um estudo publicado ontem no Journal of Sexual Medicine, por um grupo internacional coordenado pela neuropsicóloga Stephanie Ortigue, da universidade de Syracuse, nos Estados Unidos. Essas áreas são as que estão ligadas às emoções, à motivação, à recompensa, à cognição, à atenção e auto-imagem ou auto-representação, que ficam activas numa complexa rede de interacções neuronais.

Toda esta actividade cerebral mostra que o amor "é uma emoção complexa e não básica como tem sido descrita", escrevem os investigadores no artigo.

Por outro lado, nos cérebros das pessoas apaixonadas foi observada uma significativa desactivação de áreas como a amígdala, que, pelo contrário, se alumiam quando as pessoas sofreram recentemente, ou estão ainda a sofrer, um desaire amoroso, como uma separação.

Mas se o amor pode ser "lido" no cérebro, que papel resta ao coração, nestes assuntos dele?

"Essa é uma questão difícil", diz a coordenadora do estudo. "O cérebro apaixona-se, mas o coração também tem algo que ver com isso, porque este é um conceito complexo, e há processos nos dois sentidos. Por exemplo, a activação de algumas zonas do cérebro pode gerar estímulos para o coração e borboletas no estômago, e vice--versa", explicou a investigadora, citada pela Science Daily.

No estudo, a equipa avaliou também outros tipos de amor, que designou por amor compassivo (entre um casal não apaixonado), amor maternal e amor incondicional (não espera retribuição) e concluiu que eles convocam diferentes redes neuronais. Segundo a equipa, abrem-se novas perspectivas na pesquisa em neurociências, mas também na terapia de casais, por exemplo.

(retirado de http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1695037 )

3N3RV3M-S3

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Um texto para vos 3N3RVAR =D

De aorcdo com uma peqsiusa

de uma uinrvesriddae ignlsea,

não ipomtra a odrem qeu as

Lteras de uma plravaa etãso,

a úncia csioa qeu iprotmatne é qeu

a piremria e útmlia Lteras etejasm

no lgaur crteo. O rseto pdoe ser

uma bçguana ttaol, que

anida se pdoe ler sem pobrlmeas.

Itso é poqrue nós não lmeos

cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa

cmoo um tdoo.

3N3RV3M-S3

Pensamento

O cérebro humano é como um chapéu de chuva: funciona melhor quando aberto:D
Autor: Walter Adolph Gropius
Nacionalidade: Estados Unidos
Viveu em: [1883-1969]
Profissão: Arquitecto

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O nosso projecto.

Bem, é importante ter definido objectivos concretos no que toca a realização do nosso trabalho. Como já puderam reparar o nosso projecto cinge-se ao estudo do cérebro e toda a complexidade que o envolve e como gostamos de desafios decidimos embarcar nesta viagem de neurónios e muitas sinapses nervosas.
O nosso trabalho apresenta três importantes aspectos que irão ser realizados:

* A realização de uma maqueta virtual do cérebro
Uma vez que virtualmente é sempre mais fácil aprender, deste modo, aprender estará ao alcance de um click :)

* Produzir uma maqueta física do cérebro
Este aparenta ser o maior desafio de todos. Iremos criar um "boneco" onde irá ser imposto um estimulo, como uma picada no dedo, por exemplo, e através de luzes, irá verificar-se todo o percurso que é feito até observarmos a resposta correspondente ao estimulo. Sabemos que o cérebro tem áreas correspondentes a determinadas funções e através de luzes pretendemos distinguir essas áreas.

* Palestra interactiva
Pretendemos realizar também uma palestra interactiva em que possa ser explicado como funciona o nosso cérebro e as suas capacidades. Desta maneira, o público irá aprender de uma maneira divertida e o nosso projecto irá ter uma maior divulgação.

Esperemos que tenham percebido e qualquer dúvida coloquem, estamos ao vosso dispor :)

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Ginástica C3R3BRAL

Encontra a letra C

OOOOOOOOOOOOOOOOOOO O
OOOOOOOOOOOOOOOOOOO O
OOOOOOOOOOOOOOOOOOO O
OOOOOOCOOOOOOOOOOOO O
OOOOOOOOOOOOOOOOOOO O
OOOOOOOOOOOOOOOOOOO O
OOOOOOOOOOOOOOOOOOO O

Uma vez que já encontraste a letra C

Encontra a letra N

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MMMMMMMMMMMMMMMMMMM MMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMM MMMMM
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MMMMMMMMMMMMMMMNMMM MMMMM
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MMMMMMMMMMMMMMMMMMM MMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMM MMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMM MMMNM

Uma vez que já encontraste a letra N
encontra o nº 6

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Uma vez que encontraste o nº 6

encontra a letra a

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Uma vez que já encontraste a letra a
encontra a letra c

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Uma vez que já encontraste a letra c
encontra a letra i

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!!!!!!!!!!!! !!!!!!!!! !!!!!!!!! !!!!!!!!!


3N3RVA-T3 :D

Quando o cérebro perde a perspectiva: rampas magnéticas?



Esta construção do matemático japonês Koikichi Sugihara, que ganhou o prêmio de melhor ilusão construída em 2010, é um exemplo do que acontece quando seu cérebro perde a noção de perspectiva dada pelos dois olhos. Vista por um só (o olho da câmera), ela parece ter o pilar central mais longo do que os demais (por causa da sua inclinação, que lhe dá uma superfície maior, embora ele seja baixo). Portanto, "o pilar central deve ser o mais elevado", conclui logicamente seu cérebro, com base em suas experiências anteriores do mundo. A ilusão é consequência dessa conclusão errada do cérebro na falta de perspectiva: a plataforma, na verdade abaixo das rampas, parece estar acima delas.

domingo, 17 de outubro de 2010

Boa Sorte :)

OL4 P3SSO4L :)
Bem, todos sabemos que a derradeira e infeliz época de testes está a chegar e para muitos já chegou, e o 3N3RVA-T3 quer desejar-vos muita sorte e desta vez, sem N3RVOS nenhuns e muita calma :)
Com a cabeça no lugar, tudo se consegue. 

P.S: Aqui entre nós que ninguém nos ouve, um segredo importante: se estiverem a meio de um teste e tiverem a tão famosa"branca" ou "paragem pedagógica" :b já sabem, respirem fundo e forneçam muito oxigénio ao cérebro para ele poder trabalhar bem e de maneira eficaz mas acima de tudo mantenham sempre a calma para conseguirem raciocinar correctamente. Boa sorte, tanto aos alunos como aos professores que também precisam!

Beijinhos e abraços, 3N3RVA-T3.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Os olhos são a janela do cérebro.

Sabiam que alucinam quando fecham um olho? 
          Dito desta forma parece errado e completamente absurdo, mas não é bem assim..
Uma das ilusões ópticas mais comuns prende-se com a identificação do ponto cego fisiológico (blind spot) existente em cada um dos nossos olhos.
          A ilusão é extremamente simples, facilmente replicável numa qualquer folha de papel. Ora experimentem:
Só demora alguns segundos e vão ficar impressionados! Procedimento: Tapem o olho direito e fixem com o olho esquerdo a cruz no centro do campo de visão. Aproximem-se e afastem-se do monitor e irão encontrar o vosso ponto cego!
p1








Pois é, o ponto desapareceu e encontraram o ponto cego do vosso olho esquerdo!

Uma vez mais, tapem o olho direito, fixem a cruz no centro do campo de visão, aproximem e afastem gradualmente a cabeça, analogamente à ilusão anterior. O que vêem?
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Para os que pudessem ainda ter dúvidas, ser cego não é ver branco. Se realizaram a ilusão correctamente, viram uma linha contínua na localização do seu ponto cego. 
O cérebro pregou-vos uma partida. A linha não estava lá!
Neste caso, não havendo informação visual para a zona do ponto cego, o cérebro pega na região envolvente e “preenche” o ponto cego. O cérebro adora fazer isso e, geralmente, dá-nos a percepção correcta da realidade, baseado numa série de conhecimentos cognitivos a priori. Ao visualizar uma linha contínua, o cérebro presume que a continuidade se mantém em toda a sua extensão, criando a ilusão.

Até a próxima e muitos N3RVOS :) Qualquer dúvida ou opinião, já sabem, o nosso e-mail está sempre disponível!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Curiosidades :P



Sabias que..
  • O cérebro de um recém-nascido cresce quase 3 vezes o seu tamanho durante o primeiro ano! Os humanos têm o cérebro mais complexo de qualquer criatura na Terra.
  • O cérebro humano é o que possui mais pregas de todos os seres vivos. Por isso, se o estendesse-mos, mediria aproximadamente 2 metros, enquanto que o cérebro de um gorila, apesar de ter o mesmo peso, só mediria uma quarta parte do tamanho do cérebro humano.
  • O peso do cérebro humano é cerca de 1,4 kg - Este consome 25% do oxigénio que respiramos.
  • O cérebro possui 12 milhões de células nervosas (neurónios).
  • Os impulsos nervosos podem ser transmitidos pelos nervos ou pelas fibras musculares a uma velocidade superior a 320 km/h.
  • A hormona denominada corticosterona, que é segregada em momentos de ansiedade, é a responsável pelas repentinas perdas de memória. Esta hormona bloqueia a recuperação de informação até uma hora depois de terminar a situação de tensão. Isto explicaria, por exemplo, que alguns estudantes fiquem em branco nos exames. Ao acalmar, o cérebro recupera de novo os dados.
  • As pessoas são incapazes fazer cócegas no próprio corpo (propositadamente) porque o cérebro prevê os seus movimentos antes que eles aconteçam, excluindo a sensação de perigo e pânico que provoca as cócegas. Quando alguém nos faz cócegas, o corpo reage, tornando-se tenso. Já quando tocamos o próprio corpo, ele não demonstra reacção. Algumas pessoas nunca o contraem pelo toque de outros e portanto não sentem cócegas. Resultados de pesquisas feitas por um grupo de cientistas da Universidade de Londres indicam que o cerebelo é o responsável pelo monitoramento dos movimentos, impedindo a reacção.
  • Boa parte das imagens que vemos são processadas nos próprios olhos, e não no cérebro. Graças a isso, detectamos, com alguns segundos de antecipação, a posição que determinado objecto em movimento ocupará em seguida. Se os nossos olhos funcionassem como câmeras fotográficas, captando apenas as imagens para o cérebro identificar, veríamos sempre com atraso a posição dos objectos em movimento porque o processo demoraria algumas frações de segundo e o risco de colisões aumentaria muito. Por exemplo, um automóvel a andar a 40 Km/h seria percebido um metro atrás da sua posição verdadeira.
 E tu? Já sabias disto?

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Olá :D

Este blog, tem o intuito de não só mostrar e divulgar o decorrer do nosso projecto como também entreter-vos e deixar-vos impressionados com algumas curiosidades, testes e funcionalidades que a maioria de nós nem imagina que a nossa mente/cérebro tem.
O que pretendemos? Não só tornar realidade o nosso projecto como informar mais as pessoas sobre o cérebro, as suas funcionalidades e o quão espantoso ele é.
Enfim, pôr o nosso, o teu e todos os cérebros a trabalhar.
Tal como o corpo, também o nosso cérebro precisa de exercício e como diz o provérbio "mente sã , corpo são"


O nosso Objectivo? Deixar-te com os N3RVOS à flor da pele :)
Não percas tempo, iremos surpreender-te!


Se tiveres alguma dúvida ou sugestão podes contactar-nos para o nosso e-mail: enerva-te@hotmail.com
Beijinhos, abraços e muitooos N3RV0S.
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