sábado, 27 de novembro de 2010

Visitem o nosso site!

Pessoal, o nosso site, acabadinho de sair do forno (neste caso, do cérebro :b)

http://www.wix.com/enerva_te/eso

:)

Rede de Alimentação




  O cérebro é alimentado por uma das redes de vasos sanguíneos mais ricas do corpo.
  A cada batimento cardíaco, as artérias transportam de 20 a 25 por cento do seu sangue para o cérebro, onde bilhões de células utilizam cerca de 20 por cento do oxigénio e dos nutrientes que o sangue transporta.
  Quando está a pensar muito sobre algo, o seu cérebro pode usar até 50 por cento do oxigénio e nutrientes.
  Toda a rede de vasos inclui veias e vasos capilares, além das artérias.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Porque é que o álcool causa a ressaca?

Após uma sequência de copos de cerveja é normal que no dia seguinte se sofra com a famosa “ressaca” – nome dado à indisposição sentida por quem abusou  da bebida alcoólica. Não se preocupe esses sintomas são perfeitamente explicáveis à luz da ciência. Entenda os sintomas causados pelo álcool no nosso organismo e veja como prevenir alguns:
Desidratação
É comum quem bebe ir regularmente a casa de banho, isto porque o álcool tem função diurética, já que inibe a produção de ADH (hormona antidiurética), responsável pela absorção de água nos túbulos renais e controle dos níveis de água no corpo.
Dores e Aumento da Pressão
A perda de água do corpo pela inibição de ADH, faz com que o sangue fique mais denso e flua com menos liberdade pelos vasos sanguíneos levando consequentemente ao aumento da pressão e gerando dores pelo corpo.
Vómitos
O álcool gera a produção exagerada de suco gástrico que começa a irritar a parede do estômago e gera movimentos involuntários levando ao vómito.
Cansaço e Indisposição
As toxinas produzidas pelo álcool, em especial o acetaldeído, – resultado da degradação realizada pela enzima aldeído desidrogenase (ADH)- podem ser levadas até a corrente sanguínea. A produção excessiva de piruvato (intermediário da degradação do álcool) no organismo pode levar a produção de ácido láctico que impossibilita a formação de glicose no corpo (pela gliconeogênese) levando a um quadro de hipoglicemia (falta de açúcar no sangue). No entanto, é  interessante notar que quanto maiores os níveis de ADH, maior será a resistência da pessoa ao álcool.
Desequilíbrio
Uma das principais regiões afectadas pela falta de açúcar no corpo durante a bebedeira é o cerebelo, que é responsável pelo nosso equilíbrio e controlo motor. Daí vem a famosa expressão “beber até cair”.
Prevenção
Como todos sabemos é melhor prevenir que remediar. Se insiste mesmo em beber a recomendação é ingerir a bebida alcoólica juntamente com comida e/ou  água, pois assim, estará diminuindo a absorção de álcool no corpo. Energéticos são bem-vindos. Evite beber café e chás que são diuréticos devido a presença de cafeína, sendo assim, so irão piorar o quadro de desidratação do corpo. Durante a ressaca ingira frutas que são ricas em vitaminas e irão ajudar a repor os nutrientes perdidos.

Funções de cada região do cérebro e outras estruturas

domingo, 14 de novembro de 2010

O cérebro de um adulto muda tanto como o de uma criança, quando aprende a ler

Quando se aprende a ler, o nosso cérebro, muda para sempre, conquistando territórios que eram utilizados para processar outros estímulos - para reconhecer faces, por exemplo - e estendendo a sua influência a áreas relacionadas, como o córtex auditivo, para criar a sua própria fortaleza: uma nova zona especializada, a Área da Forma Visual das Palavras. Isto acontece sempre, quer se tenha aprendido a ler aos seis anos ou já na idade adulta.

Esta é uma das conclusões de um estudo internacional publicado na edição online da revista Science, em que participaram cientistas portugueses - e voluntários portugueses também, pessoas que aprenderam a ler já tarde na vida.

"Este é o primeiro trabalho que compara o cérebro de pessoas letradas e analfabetas, mas também de ex-iletradas (que aprenderam a ler em adultos)", explica José Morais, professor jubilado de Psicologia da Universidade Livre de Bruxelas e um dos autores do artigo.

Reciclagem neuronal
"Comparando o cérebro destas pessoas podemos ver o impacto da aprendizagem deste código no nosso cérebro", adianta Paulo Ventura, professor da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa. "Trabalhámos sobre a hipótese da reciclagem neuronal, defendida pelo chefe da equipa, Stanislas Dehaene [do INSERM-Instituto Nacional da Saúde e da Investigação Médica francês]. A ideia é que, sendo a escrita algo relativamente recente na história humana, com cerca de 6000 anos, não houve tempo suficiente para que se desenvolvessem estruturas físicas no cérebro" com ela relacionadas, explica.

Na falta de ordens evolutivas codificadas no nosso ADN, o que acontece é que o cérebro de cada pessoa que aprende a ler se modifica para acomodar as novas capacidades, porque tem uma grande capacidade plástica. E a leitura recruta uma área cortical semelhante em todas as culturas humanas. Os cientistas estavam também interessados em perceber quais as funções desalojadas, digamos assim, pela nova área cerebral que é criada quando se aprende a ler, para além de compreenderem como passa a funcionar o cérebro leitor.

Dez analfabetos brasileiros, da região em torno de Brasília (com a idade média de 53,3 anos, e originários de meios rurais), 22 pessoas que aprenderam a ler em adultos (12 deles portugueses, alguns recrutados na zona de Paris) e 31 letrados (11 portugueses) foram os participantes.

"Foi difícil encontrar iletrados portugueses, quando começámos o estudo, há três anos, acabaram os cursos de alfabetização para adultos, que era onde podíamos mais facilmente encontrar estas pessoas, quando se inscreviam", diz José Morais. "Em Portugal, felizmente, é cada vez mais difícil encontrar analfabetos."

Os cérebros dos voluntários recrutados foram analisados - observados em acção - quando resolviam uma série de testes. Para isso, foi usada a ressonância magnética funcional, um exame de imagiologia que permite medir os níveis de actividade nas diferentes zonas do cérebro num determinado momento.
E o que descobriram então os cientistas sobre o que acontece ao cérebro de quem aprende a ler?

Nunca é tarde
Antes de mais, que nunca é tarde para aprender: "O cérebro dos ex-analfabetos só em poucas coisas difere do dos alfabetizados, está muito mais próximo destes", diz José Morais, ainda que as suas condições socioeconómicas se possam assemelhar mais à dos iletrados. "Ensinar alguém a ler na idade adulta tem os mesmos efeitos do que ensinar uma criança. É uma boa notícia, não há razão para desistir dos iletrados", sublinha. As diferenças entre o cérebro leitor e aquele dos que nunca aprenderam a ler é que são todo um rol. Por exemplo, no cérebro de quem lê, os exames de ressonância magnética revelam um aumento de actividade no córtex auditivo, quando vê uma palavra escrita. É activado quando temos de decidir se estamos perante uma palavra a sério ou um conjunto de letras sem nexo, ilustra José Morais.

"Poder-se-ia pensar que no córtex auditivo há uma extensão das áreas ligadas ao visual", diz o cientista ao telefone, a partir de Bruxelas. "É uma área envolvida no tratamento de fonemas, que são as unidades mais pequenas da fala. Curiosamente, os iletrados são incapazes de manipular as unidades fonéticas", contribui Paulo Ventura.

Finalmente, há o curioso roubar de terreno à área cerebral que processa o reconhecimento de rostos pela Área da Forma Visual das Palavras, que ganha terreno no córtex, quando se aprende a ler. "Há menos área dedicada a esta função anterior nos alfabetizados. A nova área rouba um bocadinho à antiga para lidar com a leitura. É como se os iletrados fossem melhores, entre aspas, a reconhecer os rostos, mas obviamente as diferenças são minúsculas", diz Paulo Ventura. O interessante disto, nota, é que "comprova a teoria da reciclagem neuronal".

(retirado e adaptado de: http://www.publico.pt/Ciências/o-cerebro-de-um-adulto-muda-tanto-como-o-de-uma-crianca-quando-aprende-a-ler_1465736?p=1)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Logótipo


  O fundo deste logótipo é o preto. O preto remete-nos para o desconhecido, para o misterioso. Tal como o nosso trabalho, que irá explorar o cérebro, que é um órgão misterioso, com capacidades incríveis e que nos transporta para sítios tão diferentes consoante cada um de nós.

  A imagem que brilha representa uma ideia. Para nós é apenas uma pois a cada segundo temos tantas ideias. Todas as ramificações representam todos os caminhos pelos quais iremos explorar ao longo do ano para que no final fiquemos orgulhosos de nós próprios, pode também fazer-se analogia a vários neurónios.




sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Cérebro da mulher aumenta durante ovulação :o


Pesquisa mostra que mulher consegue reconhecer melhores parceiros sexuais durante ciclos mensais

O tamanho do cérebro da mulher muda durante o ciclo menstrual, com algumas áreas crescendo até 2% no período de ovulação. Pelo menos é o que diz a pesquisa realizada por Belinda Pletzer e sua equipa na Universidade de Salzburg, Áustria.

A pesquisadora analisou imagens de ressonância magnética dos cérebros de mulheres durante o ciclo mensal. Em mulheres que não estavam sob efeito de algum anti-concepcional, o grupo de cientistas descobriu um aumento no volume da massa cinzenta nos giros para-hipocampal direito e fusiformes, áreas do cérebro envolvidas na localização espacial e reconhecimento facial.

"Isso aumenta a habilidade das mulheres em identificar pessoas e ambientes", afirma Pletzer, concluindo que isso pode ajudá-las a localizar melhores parceiros para reprodução.

No entanto, o estudo mostra que o efeito dura pouco tempo. Depois do período de ovulação, níveis crescentes de progesterona fazem com que as regiões do cérebro voltem ao tamanho normal.

Outra descoberta indica que as mulheres sob efeito de anti-concepcionais possuem maior hipocampo e cerebelo, áreas do cérebro associadas à memória e movimento. "A pílula pode potencializar comportamentos típicos do sexo feminino como uma competência linguística e memória superiores", diz Pletzer.

(retirado de: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/cerebro-da-mulher-aumenta-durante-ovulacao )

Só mais uma curiosidade :b

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Noticia do Diario De Noticias "Paixão acende o cérebro em menos de um segundo"

Pelo menos doze zonas do cérebro estão envolvidas em rede nesta emoção complexa.


É o tempo de uma faísca, menos de um segundo. É quanto basta para se atear em alguém apaixonado o estado emocional que lhe corresponde, à vista do parceiro amado. E esse estado activa várias zonas cerebrais envolvidas em processos e funções tão diferentes como a libertação de alguns químicos, a imagem do corpo ou a memória. Entre elas estão, por exemplo, o núcleo caudado e o putâmen, localizados no interior do cérebro, que têm uma particularidade: também são activados por substâncias como a cocaína, induzindo a euforia que acompanha o seu consumo.

Para chegar a estas conclusões, a equipa passou em revista todos os estudos feitos nesta área que recorreram à imagiologia cerebral in vivo, utilizando a ressonância magnética funcional para visualizar as áreas cerebrais activadas numa dada situação.

Ao todo são 12 as áreas cerebrais convocadas para o estado emocional do amor-paixão, segundo um estudo publicado ontem no Journal of Sexual Medicine, por um grupo internacional coordenado pela neuropsicóloga Stephanie Ortigue, da universidade de Syracuse, nos Estados Unidos. Essas áreas são as que estão ligadas às emoções, à motivação, à recompensa, à cognição, à atenção e auto-imagem ou auto-representação, que ficam activas numa complexa rede de interacções neuronais.

Toda esta actividade cerebral mostra que o amor "é uma emoção complexa e não básica como tem sido descrita", escrevem os investigadores no artigo.

Por outro lado, nos cérebros das pessoas apaixonadas foi observada uma significativa desactivação de áreas como a amígdala, que, pelo contrário, se alumiam quando as pessoas sofreram recentemente, ou estão ainda a sofrer, um desaire amoroso, como uma separação.

Mas se o amor pode ser "lido" no cérebro, que papel resta ao coração, nestes assuntos dele?

"Essa é uma questão difícil", diz a coordenadora do estudo. "O cérebro apaixona-se, mas o coração também tem algo que ver com isso, porque este é um conceito complexo, e há processos nos dois sentidos. Por exemplo, a activação de algumas zonas do cérebro pode gerar estímulos para o coração e borboletas no estômago, e vice--versa", explicou a investigadora, citada pela Science Daily.

No estudo, a equipa avaliou também outros tipos de amor, que designou por amor compassivo (entre um casal não apaixonado), amor maternal e amor incondicional (não espera retribuição) e concluiu que eles convocam diferentes redes neuronais. Segundo a equipa, abrem-se novas perspectivas na pesquisa em neurociências, mas também na terapia de casais, por exemplo.

(retirado de http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1695037 )

3N3RV3M-S3