sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O nosso video!


Aqui está o produto de muito trabalho, o nosso video de apresentação que foi exibido dia 17 de Dezembro de 2010. 

Esperemos que tenham todos gostado! Os vossos comentários são muito bem vindos, por isso, já sabem! 
Um agradecimento a toda a gente, em especial ao nosso professor João Ramalho e ao 12ºA.
Bom Natal (com muitos nervos no sapatinho :b) e um Feliz ano Novo para todos, são os votos do 3N3RVA-T3.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Quando boceja um português bocejam logo dois ou três!

Os nossos neurónios são vaidosos e gostam de se ver ao espelho

Porque temos tendência a bocejar quando vemos alguém bocejar? Este tipo de “reflexo” tem uma explicação, e não é assim tão complicada. Sabemos hoje que, no nosso cérebro, alguns neurónios disparam, isto é, funcionam, mesmo quando estamos apenas a observar outras pessoas a realizarem determinada actividade. Trata-se de um sistema chamado “espelho”, em que os neurónios funcionam como se fossem um espelho daquilo que vemos, sendo conhecidos como neurónios espelho.

Este fenómeno acontece também quando vemos um jogo de futebol, quando o nosso jogador favorito parte para a bola e remata para golo. Ou quando o nosso actor ou actriz favoritos se debruçam para beijar o parceiro. Certos neurónios no nosso cérebro disparam como se estivessemos nós próprios em acção!
Sabendo isto, coloca-se uma questão óbvia: como é que o sistema espelho adquire as suas propriedades reflexivas? Será que o seu funcionamento está pré-determinado pela evolução ou será que é o produto da experiência?

Num trabalho recente, publicado na revista European Journal of Neuroscience, este tema foi estudado com o auxilio de uma técnica chamada ressonância magnética funcional (fMRI, em Inglês). Neste estudo os participantes foram treinados para flectirem a mão ou o pé ao verem imagens de mãos ou pés flectidos, respectivamente.

Os neurónios respondem de acordo com o treino
    Outro grupo de participantes foi treinado de forma inversa, ou seja, para flectir a mão ao ver uma imagem de um pé flectido, ou flectir o pé ao ver uma imagem de uma mão flectida. Depois do treino, os participantes no estudo foram submetidos a fMRI enquanto observavam as imagens referidas, mantendo-se imóveis.
    O resultado da experiência foi muito claro: o sistema espelho pode ser treinado! O estudo mostrou que os neurónios respondem de acordo com o treino a que os participantes foram sujeitos e também que o sistema espelho pode ser revertido em pouco tempo, com novo treino.

Estes estudos têm importantes implicações nos processos de aprendizagem e aquisição de memórias, sugerindo que alterações no funcionamento do sistema espelho pode estar relacionado com várias patologias, como o autismo ou a esquizofrenia. 

A partir de agora, o leitor irá certamente ficar mais atento ao funcionamento dos seus neurónios espelho, e irá perceber que muito do que fazemos e sentimos sem pensar tem uma explicação simples: os nossos neurónios são vaidosos e gostam de se ver ao espelho!
Por Tiago Fleming Outeiro
  


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Tamanho do cérebro dita muito do insucesso escolar!


O sucesso escolar dos rapazes depende em grande parte… do volume do seu cérebro. 
Já se sabia que quanto maior o cérebro maior a inteligência, porque a capacidade de armazenamento de informação aumenta.
Um estudo conduzido pelo Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra permite agora concluir que o tamanho também influencia os resultados escolares. Dos rapazes, porque as raparigas parecem compensar eventuais desvantagens com mais estudo.
Efectuado com 794 alunos, entre os 10 e os 16 anos, o estudo partiu da ideia de se investigar quais as "razões reais, efectivas, do insucesso escolar no nosso país", explicou ao JN Hamilton Correia, coordenador do trabalho. "E vimos que, afinal, não é exclusivo de Portugal, também existe noutros países desenvolvidos".
O estudo do volume do cérebro partiu do facto de todos as investigações sobre sucesso escolar darem preponderância às capacidades cognitivas - à inteligência, portanto - como factores com maior influência nos resultados nos bancos da escola. A elas juntam-se factores agrupados em ambiente familiar e ambiente escolar. No total, lembra o antropólogo, são 228. Perceber as bases biológicas dessa premissa foi o desafio lançado.

Diferenças
Os autores debruçaram-se sobre as médias de dez disciplinas de alunos da Escola Básica 2/3 Guilherme Stephens, da Marinha Grande, escolhida pelo facto de a maioria dos pais pertencer ao mesmo estrato social. O objectivo, com isto, era tentar controlar a influência das variáveis externas, colocando todos os alunos em condições semelhantes. Daí terem sido seleccionados apenas jovens que nasceram com mais de 2500 gramas, foram amamentados a leite materno, pertencem a famílias biparentais, são dextros e não disléxicos e não têm problemas de visão.
Foi também por isso que se optou por analisar as médias do 1º período, altura em que "não há ainda pressões sobre os professores para passar os alunos", explica Hamilton Correia. O passo seguinte foi medir a estatura e o perímetro cefálico dos jovens. Até se concluir que, sobretudo nos rapazes, os de maior perímetro cefálico eram os de notas mais elevadas.

Baixa na puberdade
No entanto, este estudo revelou outros dados curiosos. Como por exemplo o facto de, apesar de "as pessoas mais altas" terem também "cérebros maiores", o período do "salto pubertário" (entre os 12 e os 13 anos) poder corresponder a uma baixa no rendimento escolar.
Trata-se de uma altura em que certos adolescentes sofrem "um crescimento muito rápido", para o qual é direccionado grande parte da produção de hormonas, sobretudo testosterona, que não é devidamente empregue na maturação do córtex frontal. Um ligeiro atraso logo "recuperado" no ano seguinte, adianta o investigador. Esses anos são também - e pela mesma ordem de razões - os do amadurecimento do cérebro, que permite ao adolescente conseguir começar a interpretar textos e ter raciocínio lógico-matemático. Dependendo da força do "salto pubertário", esse raciocínio chegará, então, mais cedo ou mais tarde.
Mas Hamilton Correia atribui também a baixa nas notas do 5º ao 9º ano de escolaridade a dois factores bem mais simples "os professores tornam-se mais exigentes ou os currículos estão desajustados à maturidade cerebral das crianças do nosso país". Porque "o volume cerebral não explica todo o insucesso escolar". Os autores encontraram casos de alunos que passam dos cincos nas cadernetas do segundo ciclo para os três, ou mesmo as negativas, nas do terceiro.
Nem só a capacidade de concentração e o estudo são determinantes para o aproveitamento escolar.


retirado de : http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=496056

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O segredo do ping-pong

Dr. Oz revela o segredo por trás de ping-pong: ele pode realmente ajudar a prevenir a doença de Alzheimer. O jogo requer coordenação mão-olho, rápida tomada de decisão e os movimentos oculares rápidos do jogo requer o cérebro para fazer uma análise rápida e intensamente. Prever onde a bola vai cair demanda de energia mental e recálculo constante.
Ping-pong melhora a função cognitiva e motora - e também é muito divertido!


 vejam o video:  http://www.doctoroz.com/videos/secret-ping-pong
3N3RVA-T3