quarta-feira, 4 de maio de 2011

Cérebro fica mais activo quando se interage com pessoas do mesmo estatuto


Participaram no estudo pessoas de vários estatutos sócio-económicos
Participaram no estudo pessoas de vários estatutos sócio-económicos
Um artigo publicado na revista “Current Biology” indica que o cérebro humano tende a ficar mais activo quando as pessoas se relacionam com outras que julgam pertencer ao mesmo estatuto sócio-económico que o seu.


Os investigadores do Instituto Nacional de Saúde Mental, nos Estados Unidos, que realizaram este estudo, acreditam que este comportamento é determinado pela percepção que os indivíduos têm dos outros à sua volta.

Trabalhos anteriores já tinham verificado que os macacos comportam-se desta forma, mudando o seu comportamento ao interagir com outros macacos, de acordo com sua percepção da posição do outro animal no grupo.

Esta investigação envolveu 23 pessoas de diferentes níveis sociais que receberam informações de outros indivíduos, também com estatutos sociais variados. Através de ressonâncias magnéticas, para medir a actividade de uma região do cérebro associada à sensação de prazer, os investigadores verificaram que os cérebros dos participantes que achavam ser de status social e económico mais alto apresentaram maior actividade em relação a outros indivíduos tidos como do mesmo nível. Já os cérebros de voluntários com estatuto mais baixo ficaram mais activos em resposta a indivíduos dados como de estatuto semelhante.

"A forma como interagimos e nos comportamos em relação às pessoas que nos rodeiam é determinada, com frequência, pelo seu estatuto social em relação ao nosso", referiu Caroline Zink, líder do estudo, acrescentando que este tipo de informações é “muito importante" para as pessoas.

Ao comentar este estudo, Jane McCartney, psicóloga e membro da British Psychological Society, sublinhou que "as primeiras avaliações [que fazemos do outro] são muito importantes para todos, porque estão associadas a estatuto, aparência e dinheiro". "Trata-se de decidir se esta pessoa é do mesmo estatuto e o que se precisa fazer para assegurar que ela percebe que se é de um nível igual", disse ainda.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Cérebro cansado pode adormecer por uma fracção de segundo

Há dias em que não nos lembramos de onde deixamos as chaves ou os óculos, mas será distracção, esquecimento ou apenas um sinal de que estamos a precisar de dormir? Segundo a conclusão de um estudo, realizado na Universidade de Wisconsin-Madison(EUA), feito com camundongos, o cérebro cansado pode adormecer por uma fracção de segundo, mesmo que esteja a funcionar activamente.

O estudo, publicado na revista britânica «Nature»refere que o sono afecta parte do nosso cérebro. As consequências podem ser perigosas dependendo da tarefa que determinado indivíduo estiver a desempenhar. Antes da fadiga se manifestar, o cérebro poderá dar sinais que indicam que “o mais aconselhável será interromper certas actividades que exijam um estado alerta", avançam os investigadores da equipa de estudo.
Segundo Chiara Cirelli, professora de psiquiatria da universidade, grupos específicos de neurónios podem adormecer, com consequências negativas. A teoria convencional é baseada na observação de electroencefalogramas, que revelam os padrões de actividade eléctrica nos neurónios, mas com algumas limitações.

Os eléctrodos são posicionados no couro cabeludo, o que significa que captam melhor o sinal dos neurónios mais próximos do crânio e resumem a actividade de centenas de milhões deles, não conseguindo analisar células isoladamente.

Para contornar esta limitação, Cirelli e seus colaboradores inseriram sondas ultrafinas no cérebro de 11 camundongos adultos para monitorar a actividade eléctrica em subgrupos de neurónios no córtex responsável pela coordenação motora "semi-automática".

Os roedores foram mantidos acordados durante quatro horas além do horário em que normalmente vão dormir, com a ajuda de objectos novos, introduzidos na gaiola, para mantê-los interessados e activos.
A monitorização cerebral mostrou que, mesmo quando todas as aparências indicavam que os animais estavam acordados e activos, neurónios nestas áreas específicas não estavam a funcionar, ou seja, partes do cérebro permaneceram adormecidas enquanto outras continuavam despertas.

Experiência em camundongos

Mesmo quando alguns neurónios pararam de funcionar, as medições cerebrais indicavam que as cobaias estavam acordadas e estes episódios de “sono localizado” afectaram o comportamento dos animais. Os ratos foram treinados durante duas horas para realizar uma tarefa complicada: segurar uma bola de açúcar com uma única pata, mas quanto mais cansados ficavam, mais difícil se tornava para os roedores conseguir desempenhar a actividade.

Acabavam por deixar cair as bolas, ou nem conseguiam pegar nelas. Era necessário que alguns poucos neurónios "saíssem do ar" por um terço de segundo para que as falhas ocorressem, destacaram os investigadores. Dos 20 neurónios em estudo, 18 permaneceram acordados. Nos outros dois, havia sinais de sono, com alternância entre períodos breves de actividade e períodos de silêncio.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Consumo de ecstasy não diminui a capacidade cognitiva

Investigadores advertem que apesar desta conclusão a droga é prejudicial para a saúde

O consumo de ecstasy (metilenodioximetanfetamina - MDMA) não provoca diminuição da capacidade cognitiva, revela o estudo mais recente sobre a droga, publicado agora na «Addiction», contrariando o que afirmavam trabalhos anteriores. Financiada pelo Instituto norte-americano sobre o Abuso de Drogas (NIDA), a investigação evitou os “erros” de estudos anteriores.

Como afirma um dos autores, John H. Halpern, em comunicado da NIDA, “os investigadores sabiam há já muito tempo que os estudos anteriores sobre o consumo de ecstasy tinham problemas e que deviam ser corrigidos. Esta foi uma oportunidade de conceber uma experiência melhor e promover o conhecimento sobre a droga”.

Os investigadores tentaram resolver quarto problemas que tinham comprometido os estudos anteriores. Assim, os não consumidores escolhidos para esta experiência, frequentavam, como os consumidores, a subcultura das "raves", pelo que estavam expostos também a privação do sono durante a noite.

Depois, estes participantes não consumiram álcool nem outras drogas antes da experiência. Foram também escolhidos consumidores de ecstasy que não consomem normalmente outras drogas, isto para não haver o risco de se confundirem os efeitos. Os investigadores tiveram também o cuidado de escolher pessoas que não sofressem de qualquer distúrbio mental.

Apesar de os resultados revelarem não haver diminuição da capacidade cognitiva, os cientistas advertem que o consumo da droga é prejudicial a outros níveis. As pílulas que se compram ilegalmente contêm normalmente contaminantes que podem provocar muito danos. “Não existem advertências, etiquetas nem supervisão médica”, dizem.

Efeitos como desidratação, náuseas, hipertermia, hiponatrémia ou hipertensão são comuns, e, embora raro, pode haver risco de morte por overdose.

retirado de: (http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=47514&op=all)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Dez sugestões para dormir bem

1- Antes de ir para o quarto, é fundamental aplacar as ansiedades do dia-a-dia. Não vá para a cama assim que chegar do trabalho. Primeiro tome um banho morno e procure relaxar;

2- Desligar a televisão e o computador é um método bastante eficaz. A luz desses aparelhos atrasa a produção das substâncias responsáveis pelo aviso de que é hora de dormir;

3- Exercícios físicos devem ser feitos até quatro horas antes de ir dormir, ou o corpo ainda estará agitado;

4- Um chá também ajuda, porém, é preciso escolher as ervas certas. Por exemplo, o chá preto ou verde são ricos em cafeína, que é estimulante. Infusões de melissa e camomila induzem ao sono e ainda melhoram a sua qualidade;

5- Deve optar-se por uma refeição leve, usando, por exemplo, aspargos, palmito, arroz, batata, aveia e soja;

6- As proteínas activam o sistema nervoso simpático, responsável, entre outras funções, por deixar o corpo em estado de alerta, favorecendo, assim, maior descarga de adrenalina;

7- Um ritual interessante é depois do banho morninho, acender uma lâmpada azul e pingar algumas gotas de óleo de lavanda na cama. É uma técnica que relaxa o corpo e induz o sono;

8- Um copo de leite morno também ajuda, porque possui triptofano, que é um precursor de serotonina, outro neurotransmissor fortemente associado ao relaxamento profundo;

9- A ingestão de álcool engana, porque a substância pode afrouxar estruturas da região da faringe comprometendo a respiração e o resultado é passar a noite a ressonar – o que prejudica as fases do sono, levando a acordar a meio da noite;

10- O ideal é dormir, pelo menos, oito horas por noite.

Falta de memória associada a distúrbios do sono

Pessoas que conseguem ter uma boa noite de sono lembram melhor das informações observadas durante o dia do que aquelas que passam longos períodos sem dormir, diz um estudo feito pela University of Lubeck, na Alemanha. A investigação sugere que o cérebro consegue filtrar tudo aquilo que foi absorvido durante o dia, retendo apenas aquilo que é mais importante enquanto dormirmos.

O estudo envolveu, em duas experiências, diferentes testes de memória em 191 voluntários. Durante o primeiro ensaio, cada um tinha que aprender 40 pares de palavras e o segundo consistia em participar num jogo da memória. Em cada um dos grupos, metade dos voluntários era informada que faria testes de memória sobre suas actividades do dia dentro de dez horas, enquanto a outra metade fazia o teste de surpresa.
Alguns dos participantes puderam dormir durante o período que mediou as tarefas e o teste. Os autores do estudo descobriram que aqueles que descansaram tiveram melhores resultados nos testes de memória do que os que ficaram acordados.

Isso acontece porque durante o descanso ocorre a síntese de proteínas responsáveis pelo desenvolvimento das conexões neurais, aprimorando habilidades como memória e aprendizagem. Durante a noite, o cérebro faz percorre as informações acumuladas, guardando aquilo que considera importante e descartando o supérfluo e fixando, assim, lições que aprendemos ao longo do dia. Por esse motivo, quem dorme mal, geralmente, tem dificuldade em lembrar-se de situações simples, como episódios ocorridos no dia anterior ou nomes de pessoas próximas.

Os investigadores consideram que este estudo, para além dePessoas que conseguem ter uma boa noite de sono lembram melhor das informações observadas durante o dia do que aquelas que passam longos períodos sem dormir, diz um estudo feito pela University of Lubeck, na Alemanha. A investigação sugere que o cérebro consegue filtrar tudo aquilo que foi absorvido durante o dia, retendo apenas aquilo que é mais importante enquanto dormirmos.

O estudo envolveu, em duas experiências, diferentes testes de memória em 191 voluntários. Durante o primeiro ensaio, cada um tinha que aprender 40 pares de palavras e o segundo consistia em participar num jogo da memória. Em cada um dos grupos, metade dos voluntários era informada que faria testes de memória sobre suas actividades do dia dentro de dez horas, enquanto a outra metade fazia o teste de surpresa.
Alguns dos participantes puderam dormir durante o período que mediou as tarefas e o teste. Os autores do estudo descobriram que aqueles que descansaram tiveram melhores resultados nos testes de memória do que os que ficaram acordados.

Isso acontece porque durante o descanso ocorre a síntese de proteínas responsáveis pelo desenvolvimento das conexões neurais, aprimorando habilidades como memória e aprendizagem. Durante a noite, o cérebro faz percorre as informações acumuladas, guardando aquilo que considera importante e descartando o supérfluo e fixando, assim, lições que aprendemos ao longo do dia. Por esse motivo, quem dorme mal, geralmente, tem dificuldade em lembrar-se de situações simples, como episódios ocorridos no dia anterior ou nomes de pessoas próximas.

Os investigadores consideram que este estudo, para além de provar que o cérebro consegue diferenciar o que vai ser usado e o que pode ser esquecido, mostra que ficar longos períodos sem dormir para estudar ou memorizar algo não é a melhor forma de absorver informações.

 provar que o cérebro consegue diferenciar o que vai ser usado e o que pode ser esquecido, mostra que ficar longos períodos sem dormir para estudar ou memorizar algo não é a melhor forma de absorver informações.

retirado de : (http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=47353&op=all)

Estudo sugere que homens infiéis têm QI mais baixo


retirado de: (http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=40165&op=all)
Satoshi Kanazawa
Satoshi Kanazawa

Um estudo publicado na revista “Social Psychology Quarterly” indica que os homens que traem tendem a ter um quociente de inteligência (QI) mais baixo do que aqueles que são fiéis.

Satoshi Kanazawa, autor do estudo e especialista em psicologia evolutiva da London School of Economics and Political Science explica que os “homens mais inteligentes estão mais propensos a valorizar a exclusividade sexual do que homens menos inteligentes".

Kanazawa cruzou os dados de duas investigações realizadas nos EUA, que analisavam atitudes sociais e o QI de milhares de adolescentes e adultos, e chegou à conclusão de que as pessoas que acreditam na fidelidade numa relação tinham um QI mais elevado. Além disso, verificou que o ateísmo e o liberalismo político também são características de homens mais inteligentes.

O especialista em psicologia evolutiva considera ainda que a fidelidade dos homens é um sinal da evolução da espécie na medida em que, ao longo da história da evolução, os homens sempre foram “relativamente polígamos”, algo que está a mudar.

Neste sentido, assumir uma relação de exclusividade sexual poderá ser uma "novidade evolucionária" e, na medida em que as pessoas mais inteligentes estão mais aptas para adoptar novas práticas, são abertas a novas ideias e questionam mais os dogmas, em termos evolucionários Kanazawa afirma também que os homens fiéis são “mais evoluídos”.Porém, o autor do estudo sublinha que o mesmo não se verifica nas mulheres. Uma vez que, na sua maioria, sempre foram monogâmicas, a exclusividade sexual não significa maior QI entre o sexo feminino nem representa uma evolução.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Jogging melhora a prestação do cerebro

Jogging melhora a prestação do cerebro

Se quer melhorar a sua prestação cerebral faça Jogging!
Um estudo recente realizado pela Universidade de Cambridge revela que correr melhora a memória e previne o envelhecimento do cérebro.


O estudo foi realizado com ratos de laboratório, mas os investigadores garantem que as conclusões não deixam margens para dúvidas: correr aumenta visivelmente o desempenho do cérebro.
Os benefícios do jogging para a saúde, em geral, já era conhecidos há muito. Contudo, depois de descoberta a relação entre a performance física e mental, não se sabia a razão desta estimulação.

Fazer jogging diariamente leva ao desenvolvimento de centenas de milhares de novas células no cérebro. O que permite aumentar, por exemplo, a capacidade de invocar memórias sem as confundir.
Um factor muito importante no no desenvolvimento da aprendizagem e de outras tarefas cognitivas importantes.
Acrescenta-se ainda um pormenor revelador: o jogging ajuda ainda a desacelerar o processo de envelhecimento do cérebro ao longo dos anos.

A descoberta é importante no tratamento da deterioração da habilidade mental que afecta muitos idosos.
"Sabíamos que o exercício faz bem à actividade cerebral, mas este estudo permitiu- nos compreender porquê", explica Timothy Bussey, o neurocientista comportamental, responsável pelo estudo.

O estudo foi realizado com a utilização de dois grupos de ratinhos. 
Um de controlo e outro que foi submetido a doses ininterruptas de exercício numa roda e que percorreu uma média de 24 quilómetros por dia. 
Ao mesmo tempo que se exercitavam, a memória dos ratos foi testada, através da exibição de dois quadrados num ecrã de computador. 
Se os ratos tocassem com o focinho no quadrado da esquerda, recebiam comida. Se tocassem no da direita, não tinham direito a qualquer bónus.


Vá pessoal, toca a fazer exercício para ficarmos com um cérebro saudável! :)

domingo, 30 de janeiro de 2011

Açúcar terá efeito no cérebro idêntico ao da cocaína

Estudo com base biológica testada em ratos



Adição é semelhante à de drogas
Adição é semelhante à de drogas
É comum ouvir-se que o chocolate é um vício. Estudos científicos realizados nos Estados Unidos vieram comprovar que o açúcar pode causar um efeito no cérebro semelhante ao da cocaína.

Actualmente, existem já evidências de que os alimentos ricos em gordura, açúcar e sal podem alterar a química do cérebro, do mesmo modo que as drogas duras, como a cocaína e heroína.

A ideia, considerada polémica há apenas cinco anos, está a tornar-se uma teoria aceite entre investigadores. Mesmo assim, os mecanismos biológicos associados ao vício da fast-food ainda não foram revelados.

Em 2001, os neurocientistas Nicole Avena, da Universidade da Florida, em Gainesville, e Bartley Hoebel, da Universidade de Princeton, começaram a explorar a ideia com uma base biológica.O

Inicialmente, os investigadores procuraram sinais de adição em animais alimentados com fast-food. O açúcar é um ingrediente chave na grande parte deste tipo de comida.

Nicole Avena
Nicole Avena
Assim, foi administrado a ratos um xarope, de concentração similar ao do açúcar presente numa refrigerante comum, durante 12 horas por dia. Ao mesmo tempo, outro grupo de ratos foi alimentado com água e comida normal.

Um mês após essa dieta, os ratos desenvolveram alterações de comportamento cerebral, identificadas pelos investigadores como idênticas às dos animais viciados em morfina. O grupo alimentado com o xarope demonstrou ainda um comportamento ansioso quando esse ingrediente foi removido.

Após este estudo, publicado em 2008, outras investigações em animais têm confirmado a base biológica para a dependência de açúcar.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Não esqueça da sesta! O cochilo ajuda a fixar lembranças


Cérebro resiste melhor durante o sono a tudo que pode alterar a memória recente.

Alemanha - Um cochilo pode ajudar a fixar lembranças, afirmam cientistas alemães. De acordo com estudo publicado na revista Nature Neuroscience, o cérebro resiste melhor durante o sonoa tudo o que pode misturar ou alterar a memória recente.
Para chegar à conclusão, pesquisadores da Universidade de Lübeck (Alemanha) avaliaram 24 voluntários, pedindo que memorizassem 15 pares de cartas com imagens. Quarenta minutos mais tarde, a metade dos que foram mantidos despertados, precisaram memorizar uma outra série de cartas levemente diferentes. Enquanto as outras 12 pessoas puderam fazer uma curta sesta antes de memorizar a segunda série de cartas.

Em seguida, os dois grupos foram testados sobre sua capacidade de se lembrar da primeira série. Os que dormiram um pouco tiveram um desempenho melhor, lembrando-se, em média, de 85% das cartas, contra 60% entre os que foram mantidos acordados.

Conforme a responsável pelo estudo, Susanne Diekelmann, o benefício das sestas na consolidação da memória poderia ter influências interessantes nas atividades de aprendizagem intensiva, como as de línguas estrangeiras.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Aprender malabarismo aumenta poder do cérebro


Uma equipa de neurocientistas da Universidade de Oxford descobriu que aprender a fazer malabarismo provoca alterações na massa branca - as fibras nervosas que ajudam as diferentes partes do cérebro a comunicar umas com as outras. Mudanças na massa cinzenta (as células neuronais) já tinham sido demonstradas. Segundo os cientistas, as alterações na massa branca significam que o cérebro se mantém "plástico", isto é adaptável, para lá da infância.O estudo foi simples. Os cientistas pegaram em 48 jovens adultos que não sabiam fazer malabarismo e mapearam o seu cérebro com uma ressonância magnética. Depois, metade dos voluntários teve aulas durante seis semanas para aprender a fazer malabarismo com três bolas, sendo ainda aconselhados a praticar 30 minutos por dia. No final, uma nova ressonância magnética mostrou um aumento de 5% na massa branca.
A chamada massa branca é constituída por fibras nervosas de cor branca (feixes de axónios envolvidos em mielina), sendo responsável pela troca de informações entre as diversas áreas do córtex cerebral. Ou seja, pelas ligações. "Mostrámos que é possível que o cérebro condicione o seu próprio sistema de ligações de forma a operá-lo de forma mais eficiente", disse uma das autoras do estudo, Heidi Johansen-Berg.


retirado de : http://www.dn.pt/inicio/portugal/Interior.aspx?content_id=1394079

3N3RVA-T3 (:

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Assista a uma operação ao cérebro

Será que sabemos como é realmente o nosso cérebro?
Se é branco, amarelo ou vermelho?
Para esclarecer as tuas dúvidas, colocamos aqui um video sobre uma cirurgia ao cérebro! (:

Assista a uma operação ao cérebro: "A SÁBADO esteve no bloco operatório do hospital de São João. Aviso: CONTEÚDO EXPLÍCITO"

Esta cirurgia chama-se microdescompressão vascular do nervo trigémeo. Consiste na separação de uma artéria cerebral que, quando está junto ao nervo na base do cérebro, provoca dores intensas a cada pulsação. Os neurocirurgiões afastam a artéria do nervo e colocam uma pequena almofada de tecido de teflon, fixo com cola biológica, que serve de amortecedor.

Enquanto o cirurgião vai trabalhando, as imagens do interior da cabeça do doente são visualizadas ao microscópio. Os médico têm de perfurar a cabeça do paciente, atrás da orelha, afastam o cerebelo e trabalham cerca de 4 a 5 centímetros no interior do crânio. Pelo caminho têm o cuidado de selar pequenas veias que irrigam o osso – usam pequenos pedaços de “cera de ossos”, um material vedante semelhante a plasticina.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

"Governo acaba com Área de Projecto e cria Formação Cívica"



"O Conselho de Ministros aprovou um projecto de decreto-lei que introduz o exame final nacional optativo de Filosofia, elimina a disciplina de Área de Projecto e cria a de Formação Cívica dos cursos científico-humanísticos.


O Governo explica que um dos objectivos da reorganização curricular do ensino secundário é diminuir a carga lectiva semanal dos alunos no último ano, para que estes se preparem para os exames nacionais.


O projecto vai contra as recomendações do Conselho Nacional de Educação que defendia a manutenção da Área de Projecto no 12º ano."
retirado de: Correio da manhã


Não concordamos com esta medida, pois achamos que Área de Projecto tem uma maior importância na formação dos alunos do que a Formação Cívica.
AP ajuda-nos a ser mais independentes, a desenvolver capacidades que nem sabíamos que tínhamos. Basicamente ajuda-nos a preparar para a "vida lá fora".
Esperamos seriamente que esta medida não se concretize, mas caso este seja o ultimo ano de AP, temos a certeza que será o ano com melhores projectos! ;)


3N3RV3M-S3 MUITO!;)