segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Jogging melhora a prestação do cerebro

Jogging melhora a prestação do cerebro

Se quer melhorar a sua prestação cerebral faça Jogging!
Um estudo recente realizado pela Universidade de Cambridge revela que correr melhora a memória e previne o envelhecimento do cérebro.


O estudo foi realizado com ratos de laboratório, mas os investigadores garantem que as conclusões não deixam margens para dúvidas: correr aumenta visivelmente o desempenho do cérebro.
Os benefícios do jogging para a saúde, em geral, já era conhecidos há muito. Contudo, depois de descoberta a relação entre a performance física e mental, não se sabia a razão desta estimulação.

Fazer jogging diariamente leva ao desenvolvimento de centenas de milhares de novas células no cérebro. O que permite aumentar, por exemplo, a capacidade de invocar memórias sem as confundir.
Um factor muito importante no no desenvolvimento da aprendizagem e de outras tarefas cognitivas importantes.
Acrescenta-se ainda um pormenor revelador: o jogging ajuda ainda a desacelerar o processo de envelhecimento do cérebro ao longo dos anos.

A descoberta é importante no tratamento da deterioração da habilidade mental que afecta muitos idosos.
"Sabíamos que o exercício faz bem à actividade cerebral, mas este estudo permitiu- nos compreender porquê", explica Timothy Bussey, o neurocientista comportamental, responsável pelo estudo.

O estudo foi realizado com a utilização de dois grupos de ratinhos. 
Um de controlo e outro que foi submetido a doses ininterruptas de exercício numa roda e que percorreu uma média de 24 quilómetros por dia. 
Ao mesmo tempo que se exercitavam, a memória dos ratos foi testada, através da exibição de dois quadrados num ecrã de computador. 
Se os ratos tocassem com o focinho no quadrado da esquerda, recebiam comida. Se tocassem no da direita, não tinham direito a qualquer bónus.


Vá pessoal, toca a fazer exercício para ficarmos com um cérebro saudável! :)

domingo, 30 de janeiro de 2011

Açúcar terá efeito no cérebro idêntico ao da cocaína

Estudo com base biológica testada em ratos



Adição é semelhante à de drogas
Adição é semelhante à de drogas
É comum ouvir-se que o chocolate é um vício. Estudos científicos realizados nos Estados Unidos vieram comprovar que o açúcar pode causar um efeito no cérebro semelhante ao da cocaína.

Actualmente, existem já evidências de que os alimentos ricos em gordura, açúcar e sal podem alterar a química do cérebro, do mesmo modo que as drogas duras, como a cocaína e heroína.

A ideia, considerada polémica há apenas cinco anos, está a tornar-se uma teoria aceite entre investigadores. Mesmo assim, os mecanismos biológicos associados ao vício da fast-food ainda não foram revelados.

Em 2001, os neurocientistas Nicole Avena, da Universidade da Florida, em Gainesville, e Bartley Hoebel, da Universidade de Princeton, começaram a explorar a ideia com uma base biológica.O

Inicialmente, os investigadores procuraram sinais de adição em animais alimentados com fast-food. O açúcar é um ingrediente chave na grande parte deste tipo de comida.

Nicole Avena
Nicole Avena
Assim, foi administrado a ratos um xarope, de concentração similar ao do açúcar presente numa refrigerante comum, durante 12 horas por dia. Ao mesmo tempo, outro grupo de ratos foi alimentado com água e comida normal.

Um mês após essa dieta, os ratos desenvolveram alterações de comportamento cerebral, identificadas pelos investigadores como idênticas às dos animais viciados em morfina. O grupo alimentado com o xarope demonstrou ainda um comportamento ansioso quando esse ingrediente foi removido.

Após este estudo, publicado em 2008, outras investigações em animais têm confirmado a base biológica para a dependência de açúcar.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Não esqueça da sesta! O cochilo ajuda a fixar lembranças


Cérebro resiste melhor durante o sono a tudo que pode alterar a memória recente.

Alemanha - Um cochilo pode ajudar a fixar lembranças, afirmam cientistas alemães. De acordo com estudo publicado na revista Nature Neuroscience, o cérebro resiste melhor durante o sonoa tudo o que pode misturar ou alterar a memória recente.
Para chegar à conclusão, pesquisadores da Universidade de Lübeck (Alemanha) avaliaram 24 voluntários, pedindo que memorizassem 15 pares de cartas com imagens. Quarenta minutos mais tarde, a metade dos que foram mantidos despertados, precisaram memorizar uma outra série de cartas levemente diferentes. Enquanto as outras 12 pessoas puderam fazer uma curta sesta antes de memorizar a segunda série de cartas.

Em seguida, os dois grupos foram testados sobre sua capacidade de se lembrar da primeira série. Os que dormiram um pouco tiveram um desempenho melhor, lembrando-se, em média, de 85% das cartas, contra 60% entre os que foram mantidos acordados.

Conforme a responsável pelo estudo, Susanne Diekelmann, o benefício das sestas na consolidação da memória poderia ter influências interessantes nas atividades de aprendizagem intensiva, como as de línguas estrangeiras.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Aprender malabarismo aumenta poder do cérebro


Uma equipa de neurocientistas da Universidade de Oxford descobriu que aprender a fazer malabarismo provoca alterações na massa branca - as fibras nervosas que ajudam as diferentes partes do cérebro a comunicar umas com as outras. Mudanças na massa cinzenta (as células neuronais) já tinham sido demonstradas. Segundo os cientistas, as alterações na massa branca significam que o cérebro se mantém "plástico", isto é adaptável, para lá da infância.O estudo foi simples. Os cientistas pegaram em 48 jovens adultos que não sabiam fazer malabarismo e mapearam o seu cérebro com uma ressonância magnética. Depois, metade dos voluntários teve aulas durante seis semanas para aprender a fazer malabarismo com três bolas, sendo ainda aconselhados a praticar 30 minutos por dia. No final, uma nova ressonância magnética mostrou um aumento de 5% na massa branca.
A chamada massa branca é constituída por fibras nervosas de cor branca (feixes de axónios envolvidos em mielina), sendo responsável pela troca de informações entre as diversas áreas do córtex cerebral. Ou seja, pelas ligações. "Mostrámos que é possível que o cérebro condicione o seu próprio sistema de ligações de forma a operá-lo de forma mais eficiente", disse uma das autoras do estudo, Heidi Johansen-Berg.


retirado de : http://www.dn.pt/inicio/portugal/Interior.aspx?content_id=1394079

3N3RVA-T3 (:

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Assista a uma operação ao cérebro

Será que sabemos como é realmente o nosso cérebro?
Se é branco, amarelo ou vermelho?
Para esclarecer as tuas dúvidas, colocamos aqui um video sobre uma cirurgia ao cérebro! (:

Assista a uma operação ao cérebro: "A SÁBADO esteve no bloco operatório do hospital de São João. Aviso: CONTEÚDO EXPLÍCITO"

Esta cirurgia chama-se microdescompressão vascular do nervo trigémeo. Consiste na separação de uma artéria cerebral que, quando está junto ao nervo na base do cérebro, provoca dores intensas a cada pulsação. Os neurocirurgiões afastam a artéria do nervo e colocam uma pequena almofada de tecido de teflon, fixo com cola biológica, que serve de amortecedor.

Enquanto o cirurgião vai trabalhando, as imagens do interior da cabeça do doente são visualizadas ao microscópio. Os médico têm de perfurar a cabeça do paciente, atrás da orelha, afastam o cerebelo e trabalham cerca de 4 a 5 centímetros no interior do crânio. Pelo caminho têm o cuidado de selar pequenas veias que irrigam o osso – usam pequenos pedaços de “cera de ossos”, um material vedante semelhante a plasticina.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

"Governo acaba com Área de Projecto e cria Formação Cívica"



"O Conselho de Ministros aprovou um projecto de decreto-lei que introduz o exame final nacional optativo de Filosofia, elimina a disciplina de Área de Projecto e cria a de Formação Cívica dos cursos científico-humanísticos.


O Governo explica que um dos objectivos da reorganização curricular do ensino secundário é diminuir a carga lectiva semanal dos alunos no último ano, para que estes se preparem para os exames nacionais.


O projecto vai contra as recomendações do Conselho Nacional de Educação que defendia a manutenção da Área de Projecto no 12º ano."
retirado de: Correio da manhã


Não concordamos com esta medida, pois achamos que Área de Projecto tem uma maior importância na formação dos alunos do que a Formação Cívica.
AP ajuda-nos a ser mais independentes, a desenvolver capacidades que nem sabíamos que tínhamos. Basicamente ajuda-nos a preparar para a "vida lá fora".
Esperamos seriamente que esta medida não se concretize, mas caso este seja o ultimo ano de AP, temos a certeza que será o ano com melhores projectos! ;)


3N3RV3M-S3 MUITO!;)